E, de repente, começou a nevar. Bolinhas de esferovite, é o que parecem...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
A dificuldade está no tamanho...
Quanto mais leio sobre o Brasil, mais tenho a certeza que quando lá for (não faço ideia quando) quero visitar os sítios de que ninguém fala. Ou de onde se ouve menos. Não quero ir para São Paulo, ou Rio, ou cidades turísticas. Quero explorar o interior, os estados de que ninguém fala, sentir o pulsar da autenticidade. Vai levar tempo a preparar a rota, mas vai ser como eu quero!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Trapalhada Aérea Portuguesa
Não sinto qualquer orgulho em escrever o que estou a escrever, sinto sim tristeza. Viagem após viagem confirmo que TAP (como li algures) significa Trapalhada Aérea Portuguesa. O espelho de um país onde não se respeitam os consumidores, e muito menos são vistos como clientes a quem devemos agradar.Tenho voado na TAP a vida inteira. Desde a altura em que não tinha alternativa(monopólio para as ilhas). Mas hoje só opto por voar na TAP se não tiver opção.
Lembro-me de fazer a minha primeira grande viagem na TAP para Nova Iorque (a primeira viagem transatlântica, que domésticas já tinha feito muitas). Tinha 16 anos, foi há uns bons aninhos. Estive duas horas trancada dentro do avião, antes de descolar de Lisboa. "Agradável", sobretudo quando se sabe que temos mais oito horas de vôo pela frente.
E o que me entristece é que nada mudou desde esta viagem nos anos 90. Não me lembro da TAP sair a horas uma única vez. No domingo, atrasou uma hora na Madeira, era suposto sair de Lisboa às 4. Mudaram para as 4:30, mudaram para as 4:50, às 4:50 estávamos a entrar no avião, às 5:15 continuam pessoas a entrar e, na minha opinião, desde o momento em que a hora final foi ultrapassada, estamos dentro do avião e não descolamos, o passageiro/cliente tem o direito a um pedido de desculpas, que devia ter vindo às 4:50. Mas não, primeiro descola-se, depois ganha-se estabilidade na rota e às 6:30 da tarde dá tempo de pedir desculpa pelo atraso. São os eternos problemas técnicos e chegadas tardias do avião.
Já não estou habituada a este tipo de tratamento, a esta falta de educação e de respeito. Atrasos e maus servicos acontecem a todos, mas a atitude da empresa é que faz a diferença. Nenhuma empresa pode ser eternamente má, estar eternamente atrasada. Trapalhada Aérea Nacional só mesmo quando não tiver opção. Enquanto tiver, gasto o meu dinheiro noutras companhias que me oferecem melhores serviços e preços.
Por outro lado, os serviços do aeroporto também funcionam lindamente. Chega-se a Lisboa às 13:30, o próximo vôo sai às 16:30. Já se fez o check-in e controle de passaportes (porque a viagem saiu do Funchal), mas o único espaço onde podemos estar é na minúscula área de embarque, onde existem umas máquinas com gelados e sandes. Estamos a 15 metros da grande área de restaurantes/lojas mas temos que fazer de conta que aquilo é uma miragem, porque não podemos passar para essa área. E estou a falar da zona de embarque, onde toda a gente já passou pela segurança.
Se quisermos fazer compras ou almoçar temos que voltar a sair, passamos novamente pela segurança, e 45 minutos depois estamos nos restaurantes (aqueles que estavam a 15 metros de nós).
Eu que devia usar o meu rico tempo livre de espera para torrar dinheiro no meu país, fazer compras, comer e beber e ajudar a economia, tenho de passar pela segurança e controle de passaportes duas vezes, porque ainda não arranjaram solução (disse-me embaraçada uma funcionária da TAP).
Serei eu a esquisitinha, queixosa, cliente chata? Estarei louca ou tenho um niquinho, um dedinho de razão?
Prioridades
Não é que tenha alguma coisa contra o casamento homossexual, absolutamente nada contra, mas isso é uma prioridade para o país? É uma prioridade do país? Porque razão não falam de outra coisa ultimamente? De onde estão a desviar as atenções?
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Porque razao sinto que estou na Siberia?
sábado, 2 de janeiro de 2010
Desabafos
Estas férias foram marcadas pela chuva. Chuva, chuva e mais chuva, que ainda hoje não parou, e que pouca folga deu nas últimas duas semanas. Não pude fazer grandes coisas, pois as actividades na Madeira são muito 'outdoors', mas ao menos estive muito tempo em casa, com a família, e a mimar o cão e o gato. O Rocky ficou seriamente doente. Dormia dias inteiros, mal conseguia abrir os olhos, só se levantava para mudar de sítio onde dormir. Levei-o ao veterinário e continua sob medicação. Ainda ficou pior dois dias, depois da ida ao médico, o que nos assustou, mas desde então tem vindo a melhorar bastante, e está sempre a pedir mimos. Tem ciúmes doentios da Tucha. Se a chamo, ele vem logo para o meu pé para receber os mimos. É um amor, vou ter saudades dele. Mas tudo o que é bom acaba depressa, dizem eles. Hoje percebi a minha amiga N, quando diz que com uma viagem de regresso marcada a ida torna-se menos penosa. E é verdade, como sei quando volto a casa, mais uns mesitos, não fica tão difícil regressar à Big Smoke para a neve. Brrrrrrrrrrrrrrr!!!
Mais vale tarde do que nunca...
Quando se está de férias em casa, parte dos dias são sempre aproveitados para ver a correspondência, dar uma arrumação no quarto, colocar os livros, a roupa e os sapatos à nossa maneira e livrar-se de papéis e tralhas que não precisamos. O ambiente fica mais leve, respira-se melhor, sentimo-nos em harmonia. Foi durante este processo, no início das férias, que descobri que há precisamente 3 anos recebi um postal do Madagáscar que nunca tinha lido. Estava no meio das revistas que guardo, ficou enfiado e perdido numa das páginas, e, tendo sido enviado em Dezembro de 2006, só foi lido em Dezembro de 2009. A Loulou, a minha colega de mestrado francesa, foi ao Madagáscar investigar para a sua tese. Dada a minha curiosidade antes de partir, mandou um postal com imagens da grande ilha, a dar um curto relato de como era a vida no Madagáscar... Um sítio que sempre me causou fascínio, por estar tão isolado e ser tão grande e diferente. Três anos depois, só três anos depois, lhe pus a vista em cima. A minha mãe guarda bem a correspondência, nas gavetas do meu quarto, para quando volto a casa poder ler. Mas eu só venho duas a três vezes por ano...Agora, falta lhe agradecer a gracinha. Afinal, parece que não liguei nenhuma ao gesto da Loulou, pois nunca lhe agradeci.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Jardim zoológico
Anona
Deste lado do atlântico, não pára de chover. Não está frio (sim comparando com Londres não está mesmo), mas que a chuva não tem dado folga é um facto. Tenho aproveitado para matar saudades de estar em casa e não fazer nada. E tenho comido muitas anonas, que bom. Um fruto exótico tão fácil de encontrar na Madeira, e tão mais barato! Hummmmmmmmmmmmm!!!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Uma aventura
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Saudades
Quando estive em Roma, no início do ano, fiz questão de ir à gelataria 'San Crispino', recomendada pela escritora do livro 'Comer, orar, amar' que tinha acabado de ler. A qualidade do Gelatto é imperial. Contudo, o que mais me marcou foi a música brasileira do espaço, e a senhora que nos serviu. Era enorme, altíssima, como que saída de um livro de aventuras extraordinárias. Era brasileira, da Bahia. Parecia uma daquelas 'mães de santo', que tiram sortes nas praias bahianas, com búzios. Inesquecível (o gellato e a figura).
On the way home...
A caminho de casa, uma senhora com uma idade respeitável sentou-se ao meu lado, no autocarro. Disse-me que estava gelada, e que tinha esperado pelo autocarro 20 minutos. Mas teve um dia fabuloso. Sorri, acrescentei algumas palavras, e fui ouvindo.Uma típica inglesa (sotaque e look), saiu de casa para almoçar no pub com amigas, bebeu antes, bebeu depois, por lá jantou e conheceu pessoas maravilhosas.
"Há gente muito boa no mundo. Tive um gentleman, com 26 anos, que me veio acompanhar à paragem e ficou até o autocarro chegar. Tenho 82 anos, não acha fantástico?"
Uns minutos passaram, elogiou o meu inglês, perguntou de onde era e o que fazia em Londres. Depois, disse-me mais ou menos assim... "Sabe, nós somos um povo que recebe bem os estrangeiros, e você é muito bem-vinda cá. Ainda bem que gosta de viver aqui, e pessoas como você são sempre muito bem-vindas. As que não são bem-vindas são os parasitas do sistema, que vivem de subsídios do governo, querem casa de borla, não querem trabalhar, ou querem impor as leis do país deles. Tipo, as poligamias, escravizar as mulheres, casar com tantas ao mesmo tempo. Não os quero cá, não são bem-vindos, etc etc etc. Mas você é um doce, e simpática, e fala bem inglês, e trabalha. Seja bem-vinda".
Concordei com tudo, em relação aos estrangeiros, não suporto parasitas e quem muda de país tem de se adaptar. E sobretudo estava lá para a ouvir. Apesar do bafo a álcool, gostei da senhora. Despedimo-nos com votos natalícios!
Winter Wonderland
Porque é que se vai para o Hyde Park, às 7 da tarde, quando está a nevar? Porque o jantar de Natal da empresa é num restaurante junto ao lago, e mesmo ao lado da feira. Quando de lá saí, algumas horas mais tarde, olhei para o cenário como se fosse uma outsider. Saí com um colega indiano, uma americana e outro do Niger. Os meus colegas de trabalho, no Hyde Park, com neve e feira de Natal, após um jantar muito agradável. Fiquei a pensar nisto tudo e senti-me, uma vez mais, afortunada. As oportunidades que este país me tem dado, a sensação de alegria por seguir o meu sonho, e aprender - todos os dias - com gente e sobre gente de todos os cantos do mundo. Feliz Natal!!!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Home sweet home
Frio frio frio
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Weekend plans!
E apesar de ter ouvido que vem ai um frio de rachar, estou super excitada com os planos de fim-de-semana. Vou para fora ca dentro, explorar um condado onde viveu, cresceu e celebrizou-se uma das minhas escritoras favoritas. Vou perder-me no countryside ingles. Portanto, faca chuva ou faca sol estes sao os planos. E hoje a noite ha jantarada de aniversario. Que venha o fim-de-semana!!!!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Enid Blyton (1897-1968)
À sexta-feira, a noite comecava com um mistério. Podia ler noite dentro os livros que tinha ido buscar à biblioteca da escola secundária de Machico, ou à biblioteca ambulante. A carrinha branca da Gulbenkian foi, durante anos, a única possibilidade das crianças da minha terra terem acesso a literatura. Parava no centro da freguesia, em frente à Igreja Velha. Falamos dos anos 80, de uma vila rural numa Madeira atrasada. O truque era ir cedo ao carro, senão os melhores livros já teriam 'voado'. Os melhores, segundo os miúdos da minha idade, eram os com mais ilustrações. Pelo que nunca me sentia sem sorte, ou que tivesse que correr para os apanhar. Eram poucos os que agarravam nos livros quase sem imagens, e a Enid Blyton nunca colocou muitas imagens nas séries dos 'Cinco' e dos 'Sete'.

Agarrava dois, ia a correr para casa, e no sábado, pela hora de almoço, já tinha acabado o primeiro. As crianças inglesas, pensava eu no alto dos 10 anos, tinham hábitos diferentes, comiam umas sandes esquisitas e viviam aventuras com as quais só podia sonhar.
As séries dos 'Cinco' e dos 'Sete' foram muito importantes durante a minha infância. Determinaram, desde cedo, a minha preferência pelas letras, pela aventura e pelas viagens. A partir daí, nunca mais parei. Dei voltas ao mundo sentada no sofá, imaginava as caves escuras, as ilhas desertas com bandidos e mistérios por resolver.
Foi por isso que não hesitei em comprar a biografia da Enid Blyton, recentemente. Queria saber mais sobre esta mulher que me fez tão feliz, e foi extraordinário o que aprendi. Enid Blyton nasceu em 1897, no sul de Londres, no seio de uma família de classe média-alta. O pai adorava música, teatro e cinema, e sempre a levou a ver espectáculos. Era a mais velha de três, e a única rapariga.
Os pais separaram-se quando tinha cerca de 10 anos, e isso afectou-a para o resto da vida. Sempre teve uma relação difícil com a mãe, e não tinha vocação para dona de casa, o que criava imensos conflitos entre ambas. De tal modo que, a partir dos 18 anos, quando decidiu fazer um curso para se tornar professora do ensino básico, nunca mais voltou a ver a mãe, e raramente viu os irmãos. Desligou-se desse mundo e criou o seu próprio mundo.
Foi uma professora bem sucedida e começou a escrever. Escrevia um livro por semana, entre 4 a 5 mil palavras por dia. E fê-lo durante toda a sua vida. Casou por duas vezes, teve duas filhas, era feliz no seu mundo de criação infantil, talvez porque sempre teve uma mentalidade de criança. Publicou enciclopédias, livros de história natural, aventuras para todas as idades e até escreveu as histórias do famoso Noddy.
Não sabia que teve uma produção literária com enorme dimensão, porque na minha Madeira(dos tais anos 80) só tive acesso às aventuras dos famosos 'Cinco' e 'Sete'. Blyton era, por vezes, uma mulher difícil, seguia apenas o que acreditava resultar e ser verdade. Não desculpava falhas, não mencionava a família (visto que o pai faleceu nos anos 20, e era a pessoa mais próxima dela), e manteve-se no seu mundo até falecer, em 1968. Teve uma carreira de inúmeros sucessos e é das escritoras mais lidas em todo o mundo. A biografia foi escrita por Barbara Stoney, poucos anos depois de morrer a escritora, com autorização da filha mais velha de Enid Blyton. Recomendo vivamente!
domingo, 6 de dezembro de 2009
Oh Gouuuuuchaaaaa!
A minha amiga N., que sempre primou pelo bom gosto, discrição e elegância, foi recentemente a Veneza com o companheiro. Imagino a beleza do cenário (acho que também lá vou em breve), ela pôs-se a descrever as paisagens cinematográficas, os canais, os edifícios históricos, aquelas coisas todas lindas que fazem de Veneza a cidade mais visitada do mundo. Quando atravessavam o canal, num dos barcos/táxi, viram uma limousine/barco a passar, com um casal apenas. A minha amiga comentou a passagem da limousine com o companheiro, e ele - que olhava atentamente - acrescentou "é o Goucha". Quem, o Manuel Luís Goucha?(perguntou ela).
"Sim", disse ele.
Então ela, no seu barco carregado de turistas, no meio do mar de Veneza, misturado com o barulho dos motores dos respectivos barcos, pôs-se a gritar: Gouchaaaaaaaaaaa, Gouchaaaaaaaaaaaaaa. Oh Gouuuuuuuuuuuuuuuuuuuchaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, Oh Gouuuuuuuuuuuuuuuuuuuchaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Seguiu-se uma troca de palavras entre ambos (tipo olá, está de férias etc), e cada um foi à sua vida... Eu já morri a rir com esta história. Imaginar a N., com o seu ar elegante, a perder a compostura e a gritaaaaaaaar...
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Dois mundos...
Ontem, enquanto ouvia os discursos dos VIPs da Uniao Europeia sobre a entrada em vigor do tratado de Lisboa, reflecti. Muito orgulho, muita alegria, muitos objectivos e muita pujanca. Congratulo Portugal pelo sucesso, sem duvida, mas pensava no outro lado. Nos portugueses que estao sem emprego, sem dinheiro para pagar contas, a beira de perder o emprego, que nao se reveem nestes discursos, nesta pompa e cirscunstancia, e que olham para os decisores sem apego, sem saber o seu rumo. Poderao haver mundos mais distantes?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Um exemplo
Nao e que a senhora tenha dito nada de especial, mas so pelo facto de ser da Metropolitan Police, e ter vindo perguntar a nossa opiniao sobre o servico de transportes publicos, em termos de seguranca etc, esta manha, no autocarro, soube bem. Fez-me sentir protegida. Uma atitude de civismo para quem paga impostos.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Espanha, 1989
Uma grande balada, a melhor prestacao de Espanha na eurovisao. Nacida para Amar!
E sim, adoro o sorriso de orelha a orelha no fim, ela sabe que correu 5*!
domingo, 22 de novembro de 2009
Desequilíbrio
Ia a caminho do autocarro para casa. Descia a Charing Cross Road em direcção a Trafalgar Square, sempre muito movimentada ao fim do dia. Aqui se concentram a grande maioria das casas de teatro de Londres, ou pelo menos as mais famosas. Há empresas que aproveitam a hora de ponta, e a moldura humana que ali se forma, para fazerem publicidade, entregar papelinhos, oferecer descontos.Junto a um típico pub britânico lá estava ela, com uma colega. Esguia, loura (tipo Pamela Anderson),uma figura fina,e escanzelada, até chegar aos 'airbags'. Tão grandes, tão grandes que mal o corpo os conseguia aguentar. Ela estava a cair para a frente, imagino as dores de costas que não deve ter, e entregava panfletos com descontos para qualquer coisa. A malta olhava admirada, e eu até senti uma dor de costas ao ver a aberração. Que falta de equilíbrio. Diria, uma fuga para a frente :)!!!
P.S - E por falar nisso, após ter lido em tudo quanto era blogue sobre a maminha torta da Ana Malhoa, ontem finalmente vi. E fartei-me de rir. Ai santo silicone, e santa 'playboi'!!!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Faca sol, faca chuva...
Estava a ler um texto num dos meus blogues preferidos sobre uma mocoila boazona portuguesa, idolatrada pelo sexo masculino etc. Ate aqui nada de extraordinario, ate gosto de ir sabendo quem e famosa e porque em Portugal, porque, apos 5 anos a viver no estrangeiro, comecamos a nao conhecer certas personalidades, grupos, movimentos etc.A bloguista opiniava que nao percebe o motivo de falatorio sobre a boazona, que sendo bonita nao tem grande talento. Obviamente uma opiniao e uma opiniao, e todos temos direito a te-la. Mas parece que existem figuras que nao podem ser criticadas, senao cai o ceu, o carmo e a trindade.
Como a percebo... Inteiramente!!! As vezes penso que, pelo facto de nao gostar da musica de Tony Carreira, nem nunca ter percebido onde e que se encaixa a Floribela, sou a pior pessoa do mundo. Lancam-me uns olhares felinos, genero como e que podes dizer isso. Nao tenho nada contra os dois, o Tonyzinho ate parece boa pessoa, mas a sua musica nao e para os meus ouvidos. Nao tenho o direito de nao gostar de musica pimba? Ora essa...
Ou fica em casa...
Ha mulheres que sao a vergonha do genero... O Irao tem uma ministra da saude. Ha 30 anos que tal nao acontecia, ate aqui tudo bem, ate parece um sinalzinho de abertura, ou reconhecimento de valor.A senhora, que se chama Marzieh Vahid Dastjerdi, e ultraconservadora, medica ginecologista, e, entre outras perolas, defende que as mulheres so devem ser atendidas por medicas, nunca por medicos. Quadrada, redonda, tonta, galinha. Vai pra casa!!!
Weekend mood!
E apesar do frio continuar, e de estar a chover quase todos os dias, e bom chegar a sexta-feira. Significa que hoje o serao pode ser mais longo, que amanha ha soninho sem relogio, que vou estar com amigos, que vou ter tempo para mim e para os que gosto... Sim, e tambem vou ter de limpar, arrumar e lavar etc etc. De bom gosto, de bom grado. Adoro o fim-de-semana!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Irra!
E-mails a sugerir tratamentos para aumentar a pila, a dar informação sobre preços de cartas de condução, a tentar vender brincos e fios que não têm nada a ver comigo. Minhas senhoras e meus senhores: não tenho pila, já tirei a carta e quem procura os brincos sou eu. Entendido?!!!
Senti-me a pessoa mais sortuda...
Sim, sou esquecido, esqueco tudo, e verdade... So nao me esqueco de te amar!
ISCSP
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Parecem bandos de pardais a solta...
Pseudo auto... Pseudo tudo...
Sarah Palin, a senhora que quis ser vice-presidente dos Estados Unidos da America, acabou de lancar uma autobiografia. A senhora que achava que Africa era um pais, e nao um continente. Que nao fazia a minima ideia que, em Africa, existem varios paises, e todos com realidades muito diferentes.Entao ela lancou a sua autobiografia, que deve estar nas bancas nao tarda nada. E autobiografia mas foi escrita por um escritor fantasma. Ou seja, ela nao escreveu nada. Mas sera que alguem no seu perfeito juizo quer saber o que ela acha, ou e? Oh God. Antigamente publicavam biografias/autobiografias de pessoas com conteudo. Hoje e o que se ve... Shocking!!!
P.S - Um conselho: fique-se pelo Alasca, e leia umas coisinhas, assim pequenitas...
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