Gosto de belezas clássicas. De uma unha arranjada mas o mais natural possível. Fico em estado de 'choque' com o que vejo por aí. Cores, padrões, pedras, bandeiras e uma grossura de amêijoa à bulhão pato... Um exagero, um horror, uma breguice. Respeito mas detesto!
sábado, 26 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Casa de Chá - King John's Hunting Lodge
E nada como aproveitar o bom tempo para passear e tomar um 'afternoon tea' num sítio cheio de charme. Desta vez foi num fim-de-semana recente passado no campo, e numa visita à casa de chá 'King Johns Hunting Lodge', na histórica vila de Lacock.
Tudo muito tradicional, e saboroso. Desde a esplanada à loiça, passando pelos scones e pela visita da dona do espaço, uma senhora com 86 anos que gosta de vir falar com os clientes, e perguntar se está tudo como desejamos.
A Lacock Village dá, aliás, um excelente post. Gostava de vos contar mais, sobre o que vi e senti, mas por agora nada prometo!
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Calor e Londres? No, thank you!
Está um calor que não se aguenta por estas bandas. Tempo de Verão há vários dias. Devia bater palminhas, talvez sim mas acho que não. Acho que calor e Londres não combinam. Não gosto do gelo do Inverno, mas estaria sempre feliz com as temperaturas amenas de Outono e de Primavera. E por isso, mal posso esperar que as temperaturas desçam um pouco. É mais fácil trabalhar, andar de transportes e raciocinar!
quinta-feira, 12 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Fim-de-semana!
Vou me dar ao luxo de estar de folga este fim-de-semana. Assim, de praticamente não trabalhar. Quero arrumar coisas e cozinhar, sim tenho saudades de fazer vida de gata borralheira, e com sorte passear um pouco. Mas que luxo!
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Corfu, Paxos e Antipaxi
Estive 10 dias na Grécia. As
primeiras férias em três anos e estava tão necessitada delas que nem
quis esperar pela certeza de melhor tempo, e muito menos pelas enchentes
do Verão.
Após algumas pesquisas, optei por escolher Corfu como a ilha de pouso mais permanente, e não me
arrependo da escolha.
Corfu Town
São sete as ilhas Iónicas: Corfu, Lefkadas, Itaca, Paxos, Antipaxi, Kefalonia e Zantes. Corfu é a segunda maior e uma das mais visitadas. É um pouco mais pequena que a Madeira, muito verde a norte e com bolsas de turismo de massas aqui e ali, mas não em todo o lado.
Corfu Town
Quando andava a fazer pesquisa sobre a Ilha, para ter uma ideia sobre o que visitar e esperar, foi difícil encontrar textos em português. Há imensa informação em Inglês em todo o lado, mas como o que encontrei em Português foram dois ou três textos de viajantes Brasileiros, que estiveram em Corfu por 1 ou 2 dias, ou apenas algumas horas, achei que poderia fazer um pouco de 'serviço público' e contar algumas das minhas experiências e impressões, para ajudar futuros viajantes.
Aeolos Beach
Uma das primeiras decisões foi a de não ficar no sul da ilha mas mais a norte. A zona de 'Kavos', no sul, é conhecida como sendo a de grande turismo de massas britânico. De hotéis de qualidade duvidosa, muito bar para se embebedar, muitas lojas etc. Não sei se é realmente um sítio a evitar, porque não estive lá, mas sabia que queria ficar numa zona mais calma e com menos turistas.
Escolhi Perama e recomendo vivamente se estão à procura de tranquilidade. O aeroporto de Corfu fica a 15-20 minutos, os tranfers para o hotel fazem-se rapidamente. Corfu Town, a capital, fica a meia-hora de autocarro, Kanoni com o seu belo mosteiro no mar fica mesmo ao lado, assim como uma das maiores atracções turísticas da ilha que é o Achilleon Palace. Este palácio foi mandado construir pela Imperatriz da Austria e rainha da Hungria, Elizabeth, também conhecida como Sissi, que passou temporadas na Madeira para curar a tuberculose. E com isto já vos disse muito.
Achillieon Palace
Depois, como
disse, vale muito a pena visitar o mosteiro de Kanoni e a ilha de
Pontikonissi. Como o hotel onde fiquei não estava longe destes sítios,
fiz uma caminhada de cerca de uma hora até lá. É muito bonito ver o
mosteiro instalado em cima do mar, e tem uns cafés onde se podem fazer
umas fotos panorâmicas lindas.
O
Palácio de Achilleion também foi feito com um passeio a pé. O hotel
onde
fiquei está estrategicamente espalhado num pequeno monte, com acesso a
mar e praia privada. Subimos até o topo do hotel, apanhamos a estrada e,
em pouco menos de meia-hora, chegamos ao Palácio da Sissi. É uma
atracção a não
perder porque é bonito, a história da monarca é interessante, tem
óptimas vistas sobre a capital e o mar, e por lá viveu também o Kaiser
Willhelm II, imperador da Alemanha e Rei da Prussia até 1918.
Sissi
O
sul de Corfu tem as melhores praias e o norte as paisagens mais
bonitas. Uma das maiores atracções turísticas, pela beleza natural que
tem, é Paleokastritsa. É uma vila na zona oeste da ilha com várias
praias e uma paisagem luxuriante, muito verde. Há lá uma rocha no mar
que - segundo a lenda - é o barco da Odisseia que trouxe Ulisses as
estas paragens. A melhor forma de ver esta paisagem é subir até à vila
de Lakones, onde se consegue uma panorâmica e há muitos cafés com
terraços mesmo a convidar os turistas a fotografar. Depois desce-se até
às praias de azul turquesa que são lindas, e aconselho também uma visita ao mosteiro, que
até é de entrada grátis.
Outra
das
maravilhas para quem fica durante uns dias é poder fazer cruzeiros a
outras ilhas. Os mais populares são o cruzeiro às ilhas de Paxos e
Antipaxi que recomendo vivamente. A ilha de Paxos é pequenina mas linda;
parece saída de um conto de fadas, verde e ao mesmo tempo algo árida,
com muitas oliveiras com casinhas e igrejas por todo o lado. A população
é de 2300 habitantes e existem 75 igrejas. Uma loucura. A pequena vila
de Lakka e a capital, Gayos, são as mais visitadas. Passamos lá a manhã,
demos a volta à ilha numa excursão que demorou uma hora e depois
almoçamos num sítio simpático junto ao porto de Gayos, a capital. Dá
claramente para ver que é uma ilha para turistas endinheirados por ser
tão insular. Não há aeroportos e tudo chega de barco! Não há também
muitos hotéis, mas vi belas casas salpicadas pelos montes e junto à
costa.
Gayos, Paxos
Lakka, Paxos
Depois demos um saltinho à ainda mais pequena ilha de Antipaxi, que tem praias azul turquesa como nas Caraíbas. Nesta praia, só existem três tasquinhas que estavam fechadas, mas abrem durante a época alta. Por isso, pouco há mais do que apenas mar e sol. Perfeito!
Antipaxi
Há também excursões à Albânia que não fizemos. Tenho esta
pancada de não misturar países. Prefiro explorar o país onde estou do
que estar a dar pulos a um país ao lado. Cada país merece total atenção,
mas isto sou eu.
Albânia
Achei
piada ao facto de os cães e os gatos que encontrei estarem quase sempre
deitados a dormir e a descansar. Os poucos que encontrei de pé, andavam
lentamente e tinham um ar tão ensonado que dava vontade de rir. Cheguei a
pensar que ou são drogados ou há qualquer coisa de errado com a comida
que dão aos animais.
Uma das melhores forma de conhecer Corfu é alugando um carro. Em dois dias consegue-se ver a ilha toda, sem andar a correr. Para além do que já mencionei, no dia que visitámos Palaiokastritsa fomos de carro pelo interior norte e fizemos - a partir da vila de Sidari - toda a costa de mar até à capital. Sidari é um destino de massas mas é simpático, e tem o famoso canal do amor. Parámos depois em Rodas e Kassiopi, adorei esta última vila portuária. Sossegada, com casas e lojas simpáticas e a Albânia ali em frente. É tão perto que penso que de barco deve levar menos de meia-hora a lá chegar. Nesta zona também se encontra o que os britânicos chamam de 'Kensington on Sea', onde os milionários, que vivem em Londres em zonas como Chelsea e Kensington, alugam mansões ou têm a sua própria mansão junto ao mar. Há casas e paisagens de sonho.
Corfu não é a típica ilha grega de casas brancas. É conhecida como a Ilha Amarela, apesar da sua paisagem verdejante.
Uma das melhores forma de conhecer Corfu é alugando um carro. Em dois dias consegue-se ver a ilha toda, sem andar a correr. Para além do que já mencionei, no dia que visitámos Palaiokastritsa fomos de carro pelo interior norte e fizemos - a partir da vila de Sidari - toda a costa de mar até à capital. Sidari é um destino de massas mas é simpático, e tem o famoso canal do amor. Parámos depois em Rodas e Kassiopi, adorei esta última vila portuária. Sossegada, com casas e lojas simpáticas e a Albânia ali em frente. É tão perto que penso que de barco deve levar menos de meia-hora a lá chegar. Nesta zona também se encontra o que os britânicos chamam de 'Kensington on Sea', onde os milionários, que vivem em Londres em zonas como Chelsea e Kensington, alugam mansões ou têm a sua própria mansão junto ao mar. Há casas e paisagens de sonho.
Blue Lagoon
Vila de Lakones
Algo
menos positivo é o facto de haver muitos edifícios abandonados, que
foram começados e estão por acabar, assim como cafés e hotéis fechados.
Não dão a melhor das imagens, mas a recessão tem sido o que se sabe e
sente...
Assim
em género de conclusão, Corfu oferece boas praias e bom tempo a partir
de finais de Maio. A comida grega é óptima, e os gregos
são super simpáticos e muito parecidos connosco. A ilha tem uma
história muito
rica porque já foi italiana, inglesa, francesa e finalmente grega. Há
um feliz equilíbrio em termos de paisagens naturais e edifícios de
interesse histórico. E para quem quer, também há destinos de massas
(Kavos, Sidari, Roda) e muita vida nocturna. Recomendo vivamente!
quinta-feira, 1 de maio de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
A espera...
E depois há momentos em que tudo parece verdadeiramente negro, inultrapassável e caótico. Mas depois a noite dá lugar à manhã, e a perspectiva volta...
domingo, 20 de abril de 2014
Tarde de Sábado
É perfeita, foi perfeita e será sempre. Porque estamos sempre em sintonia, mesmo que esfaceladas e em desacordo. Porque nunca precisamos de nos encontrar, e continuamos conversas que começaram há oito meses. O tempo passa e nunca passa por nós. Porque nos rimos e choramos, e fazemos compras pelo meio... Debitamos agruras, mas lembramo-nos sempre do que nos une. São sempre perfeitas amiga, mana, madrinha. As tardes, as manhãs e as noites. Despedimo-nos sim, mas não há viagem de avião, nem fronteira, nem estrada que nos separe. E sempre assim será!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Feliz Páscoa
Uma Páscoa feliz.
Estaria a passá-la em Porto Santo, se fosse possível, para recordar as Páscoas da infância.
Saudades de casa!
domingo, 6 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Ditados
Hoje lembrei-me de uma expressão usada por uma amiga de longa data:
há olhos que se encantam por ramelas...
E ainda bem, pois como diz a minha esteticista: 'cada panela tem a sua tampa'!
sábado, 29 de março de 2014
A realidade e a ficção
Um país vendido ao desbarato. Aos chineses, à Isabel dos Santos, ao presidente da Guiné Equatorial... Vai nos custar caro. E uma foto que não tem nada a ver, mas preciso de sonhar!
sábado, 22 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
Fim-de-semana de Primavera
Não sei se a Primavera veio para ficar, ou se os raios de sol vieram apenas aquecer as almas invernosas. Mas que soube bem fazer uma caminha matinal na companhia do astro rei, disso não há dúvidas. Se assim for, não me posso queixar do Inverno este ano. Muita chuva mas nada de neve. Mas como o frio ainda pode voltar, há que aproveitar esta Primavera de fim-de-semana!
sábado, 8 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
O Amor não tem espécie...
O urso polar Wang, que vive num jardim zoológico na África do Sul, está inconsolável. Perdeu a sua companheira Geebee, que morreu de ataque cardíaco. Estavam juntos desde 1985, quando vieram para o zoo - ele do Japão e ela do Canadá - nunca procriaram mas eram inseparáveis. Durante as primeiras 24 horas, Wang não deixou ninguém se aproximar do corpo, nem nunca o abandonou. Teve de ser sedado para que o corpo de Geebee pudesse ser retirado. Desde então, Wang partiu os brinquedos, tentou derrubar a porta, recusa ir para a piscina e tapa os olhos como se quisesse se esquecer do Mundo... Mais palavras para quê?
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
O impossível
Um filme baseado na história verídica de uma família que foi apanhada pelo Tsunami, em 2004, quando estava de férias na Tailândia. Para além do relato e da tragédia humana, retive a vontade da matriarca para que não fosse mencionada a nacionalidade da família, (que era espanhola) por a história ser universal e relatar a dor e o sofrimento de outros tantos que ali estavam e que pereceram. Impossível não chorar e não se sentir um grão de areia no universo.
Tive curiosidade de procurar mais informação sobre a família espanhola. María - a mãe - explicou que acompanhou as filmagens e durante parte da rodagem, na Tailândia, estava a chover imenso. Ela acredita que não foi por acaso, que a chuva representava as lágrimas de todos os que faleceram. Diz também que ter passado por uma experiência traumatizante nada mais foi do que viver, enfrentando as ondas que nos aparecem pela frente, e sobrevivendo para poder aprender e contar a história. Um filme com Naomi Watts e Ewan McGregor. Gostei muito!
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Coisas que me alegram :)
Receber muito boas notícias de amigas/irmãs que andam - há muito tempo - a fazer travessias do deserto. Fico tão mas tão feliz por ela :). Beijo Tsé Tsé!
Coisas que me irritam!
Receber palpites sobre como devo gerir a minha vida, apontado prioridades, fazendo juízos de valor sobre o que não sabem, porque nem tudo o que parece é!
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
O último Cabalista de Lisboa
O
ano é o de 1506. Berequias Zarco tenta escapar às fogueiras que, no
Rossio, queimaram mais de 2000 judeus. No meio dos tumultos, perde o tio que era seu mestre espiritual. A partir daí, a
procura do assassino torna-se uma necessidade/obsessão. Uma história
baseada em factos reais, e que tem como 'pano de fundo' uma Lisboa
pestilenta e preconceituosa. Richard Zimler encontrou o manuscrito de
Berequias Zarco numa casa onde ficou hospedado, em Istambul. A partir do documento, escreveu um espinhoso romance sobre a busca da verdade, e a caminhada para a
liberdade. Gostei muito!
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
As tempestades!
(Amiga na Austrália): estás preparada para a tempestade?
(Eu): Qual tempestade?
(Amiga na Austrália): no Reino Unido, vem aí uma grande tempestade...
(Eu): A sério? Não sabia. Tem chovido bastante e está vento... Mas tu sabes que vivo no meio de uma tempestade há imenso tempo. Mais relâmpago menos trovão, não faz diferença...
Gargalhada!!!
sábado, 8 de fevereiro de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
E 2014 vai desfilando...
Pouco tempo de lazer, muitos números, planeamento, correções e pó, muito pó. Mas vamos avançando, tomando decisões e trabalhando para que o comboio volte a entrar em 'trilhos' com menos curvas. E hoje há um encontro com amigos muito especiais. Bom fim-de-semana!
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
No wish list!
Penso em 2012, olho para o que foi 2013 e tenho vontade de respirar fundo, bem fundo.
O facto é que gosto destes números: 2014!
E um novo ano traz começos e recomeços, uma agenda nova e alguma esperança.
Há quem diga que devemos começar o novo ano com o pé direito. Pois eu, que parti o pé direito no dia 2 de Janeiro de 2013, quero começar 2014 com o pé esquerdo. Pode ser? Vem lá brando na pancada e tempestuoso na generosidade. Tchim Tchim!
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Não deixas saudades, ano velho!
Tempo de novos horizontes, de arrumar assuntos e acreditar que o novo ano trará novas descobertas, boas mudanças e a lufada de ar fresco que preciso. Felizes entradas a todos, e que 2014 seja um Ano Bom!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
sábado, 7 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Mudar de cenário
Tenho uma amiga que diz que vivo sempre perto de bibliotecas. É um facto que isso tem acontecido sempre que mudo de casa. Não que verifique se há bibliotecas públicas próximas, nunca o faço. Mudei o ano passado, pela altura do Natal, e desta vez irei ficar a viver onde estou com mais permanência. E sim, a biblioteca mais próxima fica a cinco minutos de casa. Hoje resolvi que ia para lá trabalhar. Mudar de cenário e esquivar-me às várias tentações que me vão fazendo parar em casa. Ou é o café, ou é o biscoito, ou é o email, ou é o face... Enfim, demoniozinhos de que não preciso neste momento, em que tenho tanto trabalho. E foi um dia em grande. Produzi que nem um burro de carga, fiquei lá o dia todo (só parei 20 minutos para vir a casa almoçar) e consegui despachar imenso trabalho.
É verdade que ainda tenho muito a fazer, e que ainda não estou a ver a luz ao fundo do túnel. Mas que é um espaço super agradável, tranquilo e onde vou voltar disso não tenho dúvidas!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A telenovela real, sem princesa nem rei!
Esta triste telenovela da vida - real - que envolveu a Bárbara e o Carillho dá que pensar. O mundo das celebridades e das figuras públicas, das revistas cor-de-rosa, das vidas efémeras e da felicidade permanente, do amor iluminado pelos holofotes, das produções para as revistas, dos sorrisos sem rugas, das relações etéreas. Do bluff... Um dia a máscara cai e afinal são pessoas como nós. Com problemas e inseguranças, com esqueletos no armário, muitas vezes infelizes, quase sempre a representar. Pensando bem, não são pessoas como nós. São piores. Lavam a roupa suja na praça pública!
domingo, 24 de novembro de 2013
tic tac tic tac tic tac...
Tenho saudades deste espaço. De escrever e contar histórias, e não me faltariam episódios giros para partilhar. Mas por enquanto não vai sendo possível. Talvez em breve, talvez não tão em breve, mas vou passando por aqui...
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Natal
É mesmo isso: make it to Christmas break! Não ando a contar os dias, mas estou desejosa que chegue a paragem do Natal. Talvez porque queira fugir com o 'rabo à seringa', ou 'enterrar a cabeça na areia', como a bela avestruz. Seja o que for. Vai saber bem mudar de cenário e esquecer metade dos apertos. Sim porque a outra metade levo comigo, serão 'férias' com trabalho, como vem sendo hábito!
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